"Mais do que ser primeiro, herói é quem sabe dar-se inteiro e dentro de si mesmo ir mais além."

Duatlo das Lezírias – V. F. Xira

Finalmente, o arranque da época de Duatlo/Triatlo, com a habitual realização do Duatlo de BTT das Lezírias, que também marcou o início da nova Taça de Portugal PORterra, caracterizada por uma série de duatlos de BTT.
 
É sempre uma prova muito gratificante, não só por andarmos cheios de "sede" de competição, como também se vive um ambiente muito espectacular e popular, com muito público, muitos atletas de diversas origens (desde os triatletas, aos atletas de BTT, da Orientação, das Corridas de Aventura, federados, não federados, jovens e adeptos do "lazer").
 
Pessoalmente, há algum tempo que lá não ia (o calendário das outras actividades todas desta vez permitiu), e gostei bastante. Farta de semanas inteiras de chuva e frio cortante, desejosa de uma boa competição, não pela competição em si, mas pela experiência, pela motivação, pelo ritmo que se vai assim ganhando, o Duatlo das Lezírias dá para tudo isso.
 
A 1ª corrida constou de 6 kms, que fiz a um ritmo controlado, sem grandes pressas, mas sempre constante. O pior foi que arranquei na cauda do pelotão e tive de esperar algum tempo para poder começar a correr, com tanta gente a amontoar-se na linha de partida. A partir daí foi só ultrapassar gente. Eu e o meu amigo Vicente, fomos palmilhando terreno e ainda deu para conversar um pouquinho.
 
Transição rápida para a BTT, e foi sempre a dar-lhe, em estradão plano, largo, só perturbado por bastante buracos que faziam diminuir um tudo nada a média horária sempre mantida entre os 28 e os 30 kms/h. Não tive sorte nenhuma e não apanhei nenhum grupo, pelo que fui sempre sozinha a ultrapassar gente.
 
Nova transição para o último segmento de 3 kms de corrida, agora com as pernas um pouco mais pesadas, mas mesmo assim sem muito esforço.
 
A satisfação/desilusão posterior de descobrir que apenas meros segundos separaram as 3 primeiras atletas de Veteranos Fem I, serviram para me mostrar que bastava não me ter deixado ficar na cauda do pelotão na linha de partida, e teria declaradamente ganho esses segundos logo aí, podendo trocar o 3º pelo 1º lugar do escalão, para gáudio do meu novo clube – CLUBE DE TRIATLO DO FUNDÃO.
 
Mas gostei imenso, e sentir-me bem e passar um bom tempo é o que mais conta para mim. Cruzar-me com o Espanhol e a Green (entre tantas outras caras conhecidas) várias vezes em plena prova, também foi excelente! Obrigada a todos e Parabéns a eles também!

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