"Mais do que ser primeiro, herói é quem sabe dar-se inteiro e dentro de si mesmo ir mais além."

Archive for Julho, 2009

Triatlo de Penacova

 
Isto sim, foi um verdadeiro DESAFIO, à medida de sofredores natos ou de "doidos varridos"!!!
 
Quem conhece Penacova, região de Vila Nova de Poiares – Coimbra, sabe que o desnível por ali é enorme, só havendo duas hipóteses: ou tudo a subir ou tudo a descer!
 
A natação era na praia fluvial do Reconquinho (Mondego), a qual ficava numa autêntica cova! A água também não inspirava muita confiança, bastante turva, talvez pela quantidade de atletas que ali andavam a movimentá-la… ou não!
 
Os 750 mts de natação foram cumpridos nos habituais 16min e os atletas tinham, ao sair da água, que "escalar" autenticamente uma "parede" para ter acesso ao PT1, cá mais acima. Pela 1ª vez numa prova de Triatlo, não vi ninguém correr para a transição! Porque seria?? Ainda por cima o tapete não podia acompanhar tamanha distância, e tivemos de pisar descalços o alcatrão que escaldava naquele dia e àquela hora!
 
Montados nas bicicletas, todos sabíamos que a partir dali seria praticamente sempre a subir, sendo algumas das subidas verdadeiramente assustadoras, mesmo de carro! Havia mesmo um troço que chegava a apresentar uma inclinação de 18% numa determinada parte… Vi muita gente a desmontar, e eu inclusivé segui o exemplo naquele troço, pois tínhamos de lá passar 3 vezes e portanto havia que poupar as pernas, também a pensar já na corrida.
 
Assim mesmo, logrei ultrapassar exactamente naquela subida umas 4 atletas femininas, o que me deu alguma confiança quanto às minhas possibilidades no ciclismo. Se o segmento fosse mais longo…
 
O ciclismo também tinha uma descida enorme, do mesmo calibre que a subida, onde todo o cuidado era pouco. Quase não dava para recuperar o fôlego, ou hidratar, tal o grau de atenção e mãos nos travões.
 
No PT2 vi-me obrigada a tomar 1 gel à pressa, devido ao grau de esvaziamento a que chegara. Aí fui ultrapassada por 1 atleta feminina. Estas provas de sprint também se jogam muito nas transições, algo que não domino nada, pois perco muito tempo. Iniciado o percurso de corrida, já não era surpresa nenhuma que era quase sempre a subir, bem inclinado, e também com umas descidas valentes, que obrigavam a um esforço suplementar de "travagem" e consequente fadiga muscular nas pernas. As subidas pareciam não acabar, o passo era lento, penoso, agravado pelo calor, a sede, mesmo com abastecimentos de água que quase não era possível beber das garrafas em andamento, dada a falta de fôlego. Vi mais duas atletas do Tri-Oeste ultrapassarem-me a meio da 2ª volta, mas ficarem mesmo ali a escassos 3 ou 4 mts, sendo o passo delas igualmente lento e arrastado. Convencida de que faltava mais uma volta nem acelerei o passo para as apanhar, na verdade já me dirigia para o corredor lateral para fazer a 3ª volta quando fui advertida de que eram só 2!!! Como se não estivesse suficientemente cansada!
 
No final, a exaustão era muita, mas a satisfação superava tudo, pois uma prova concluída com este grau de dureza, deixa-me bastante confiante quanto ao endurance que vou tendo. Se ao menos as distâncias fossem maiores! 😉
 
Assim, tudo a postos para o Duplo Olímpico/Half Ironman que vou realizar a 13 de Setembro. Parece mesmo à medida para mim! O melhor mesmo é ser optimista!
 
Entretanto, motores a aquecer (estão sempre no red line!) para o Triatlo do Fundão já este Sábado, seguido de um tour extra à Serra da Estrela de bicicleta no Domingo, onde vou tentar convencer os meus amigos de outras andanças a subir à Torre mais uma vez, caso não lhes tenha chegado lá ir no Sábado!
 
SEMPRE A BOMBAR!
 
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Acção de Iniciação às Águas Bravas – Ribeira de Seda (Mora)


No passado fim de semana de 18 e 19 de Junho teve lugar em Cabeção (Mora) uma acção de iniciação às águas bravas, em colaboração com os Amigos da Natureza de Cabeção (ANC) e com apoio da Federeção Portuguesa de Canoagem (FPC).
 
No Sábado logo pelas 9h30 teve lugar a parte teórica onde se abordaram aspectos como material e acessórios, classificação dos rios, obstáculos em águas bravas, leitura de rápidos e algumas noções de segurança.
 
À tarde seguimos para um dos rápidos escolhidos pelo formador (Raúl Estrela, do www.canoagemonline.com e www.okkayk.com) e que tinha acesso por terra, para fazermos a sessão prática. Primeiro começámos todos juntos (15 participantes) com alguns exercícios em água parada. Nesses exercícios focou-se a técnica de pagaiada e o controlo do kayak com apoios baixos e pagaiadas circulares. Notou-se logo o à vontade de alguns dos colegas nos kayaks… Eram praticantes de kayak-polo e pareciam brincar com os kayaks e pagaias! Que inveja!
 
No domingo, deixamos os carros no final junto à “Ponte da Amizade” e fomos para o local da partida, onde se deu início à descida. Chegando ao primeiro rápido, saímos todos para observar as várias passagens possíveis e ver em detalhe a passagem pelo tobogan lateral onde todos iam descer. O Raúl, depois de chamar a atenção para os vários obstáculos e dificuldades que poderíamos encontrar naquele rápido, fez uma descida de demonstração para todos verem primeiro antes de descerem. Depois descemos um a um. Uns safaram-se melhor, outros viraram, mas ninguém se magoou e a corda de segurança foi usada duas ou três vezes por precaução e para ajudar no resgate. Mas nunca houve perigo além da inexperiência e ansiedade de alguns… (eu, inclusive!)
 
Neste primeiro rápido foi onde perdemos mais tempo, mas valeu a pena. Nos outros, que eram mais simples tudo foi mais expedito. O último rápido também é um pouco mais complicado não pela dificuldade técnica, mas sim porque a falta de acessos por terra dificulta a montagem de uma segurança adequada. O rápido era o mais longo, mas correu tudo bem no final… ou quase tudo! Um dos companheiros virou e o kayak encheu de água e submergiu! Ficou ali "apeado" (que é como quem diz, a lutar para não ser levado pela corrente!) e depois aparecemos nós (3 num sit-on-top, mais 1 kayak a reboque!!!) e ajudámos a resgatar o kayak e a vazá-lo para poder prosseguir.
 
Na chegada à “Ponte da Amizade” fizemos uma pausa para retemperar as forças e depois ainda houve tempo para uma pequena sessão de iniciação à esquimotagem. Ficámos todos cheios de vontade de participar num futuro workshop de esquimotagem que o Raúl venha a monitorizar/promover!
 
Graças ao José Aleixo dos Amigos da Natureza de Cabeção, pudemos descobrir este pequeno tesouro para a iniciação às águas bravas em pleno Alto Alentejo, onde de Junho a Agosto, devido às descargas da Barragem do Maranhão (para regadio), é possível ter um caudal adequado para a prática das águas bravas.

Foi um fim de semana fantástico e ficou uma grande vontade de repetir!


“Mediocrity knows nothing but itself (…)”

 
"A mediocridade só se conhece a si própria (…)" – Sir Arthur Conan Doyle
 
Há episódios, acontecimentos, que têm o poder obscuro de nos despir de qualquer encanto, de nos tirar qualquer ilusão boa, de transformar o maior optimismo e positivismo, em algo negro e descabido ou impróprio. Foi isso que me aconteceu esta tarde.
 
Eu até posso dizer que sou uma felizarda: sinto-me bastante realizada; faço tudo o que gosto, por mais esquisito ou difícil que possa parecer; tento ajudar os outros de forma altruísta e procuro ser melhor pessoa a cada dia; prezo a amizade e sinto-me reciprocamente prezada; tento viver cada segundo como se fosse o último, e neste sentido norteio-me por 2 máximas, entre outras, de 2 personagens que muito aprecio e que me servem de exemplo. As maximas: "Dormir é para os totós" (Dean Karnazes) e "Every second counts" (Lance Armstrong)!!!
 
Por tudo isto, cada vez que um "golpe" alheio a estes princípios me é desferido, isso abala esta estrutura em que baseio a minha vida e em que acredito. No fundo é uma questão de fé. Fé no ser humano e na vida. Mas há quem não tenha fé nenhuma e teça ideias pré-concebidas, vulgo preconceitos, sobre determinadas coisas, gestos e atitudes e que ache que tudo isto são tolices que não se enquadram na vida real… Se mais pessoas tivessem mais fé, talvez o dito mundo real fosse melhor…
 
Então hoje, sofri um desses golpes. E como qualquer estrutura, ela abanou… mas não caíu! Tem construção anti-sísmica! Mas os seus alicerces, compostos de princípios, fé e altruísmo, foram significativamente afectados. O trabalho de reparação já começou, e este post é um desses trabalhos paliativos.
 
Quando duvidam das nossas boas intenções, quando fazem juízos de valor a priori, sem procurar apurar a origem dos factos antes de formar uma conclusão, que teimam em não abandonar mesmo após as explicações; quando uma posição de suposta superioridade serve de veículo à prepotência, então a tal estrutura fica muito frágil…
 
MAS… o que não me mata fortalece-me! Eu preocupo-me mais com a minha consciência do que com aquilo que os outros pensam de mim. Pelo menos tento… Por isso, sigo nas minhas convicções, apesar da desilusão inicial. A prepotência e o autoritarismo só me provocam pena, mais do que raiva…
 
Pena de quem tem estas atitudes, pois não conhecem outra realidade. Vivem no seu mundo regulado pelas regras que eles próprios querem impor aos outros, esquecendo que cada pessoa tem os seus princípios e pratica aquilo que acha correcto. O que não é correcto é JULGAR sem conhecer, sem escutar. Considero que essas pessoas são pobres de espírito, muitas vezes frustradas, e assim não reconhecem valor senão a si próprios, não vêem qualidades senão na sua própria pessoa. Vivem limitadas na sua realidade e qualquer coisa toma logo umas dimensões completamente desproporcionadas.
 
Dentro das "4 paredes" onde tenho de viver uma grande parte da minha vida, a minha mente e a minha imaginação ultrapassa as paredes. A minha mente não vive ali… Só o tempo estritamente necessário para cumprir a minha função com o brio que gosto de colocar na minha paixão – as línguas estrangeiras! Mas vejo MUITO para além do écran do computador! A minha mente VOA para cenários muito distantes, para locais míticos que sonho visitar, de preferência em bicicleta ou fora dos parâmetros ditos normais. O SONHO comanda a minha vida! Mas são sonhos que conto concretizar, pois mais uma vez – IMPOSSIBLE IS NOTHING! E "não há distâncias que a nossa mente não possa percorrer".
 
Por isso sinto pena… pena de quem olha para o écran e só vê letras e números; pena de quem não sonha; pena de quem passa a vida inteira a fingir um papel, a ser um grande actor no seu próprio filme. Mas nas horas mais difíceis, vem um duplo fazer as cenas arriscadas, porque pode ser "perigoso" ou trazer algum desconforto ou desvantagem face aos seus pares. Não não, abdicar da vidinha normal?? Nem pensar em concretizar velhos sonhos à custa de menos "normalidade"… Ná, isso é muito arriscado e o que vão as pessoas pensar???
 
O que eu penso?? ONE LIFE. LIVE IT!!!
 
See you in my next dream coming true!

Triatlo do Zêzere – Pedrógão Grande

 
Passou mais um fim-de-semana, com mais uma actividade, que registou a minha 2ª participação num Triatlo da Taça de Portugal, em distância Sprint (750 mts de natação, 20 kms de ciclismo e 5 kms de corrida).
 
Pela 2ª vez consecutiva, ajudei a minha equipa do Clube Olímpico de Oeiras/Halcon-Spiuk a subir ao podium da classificação feminina por equipas, sendo necessário o número mínimo de 3 atletas para a equipar pontuar. Este é o facto que mais satisfação me dá nas 2 experiências que levo até agora, e me insere também no espírito da equipa. Porque, sinceramente, os resultados não me afectam nada. Participo para me divertir, para enfrentar o desafio, para testar os meus limites, para descarregar adrenalina, para enfrentar medos, para fazer uso também de algumas virtudes, mas não para alcançar qualquer destaque.
 
Ao mesmo tempo, estou a conquistar novas amizades, e isso é o melhor no desporto em geral, em todos aqueles que pratico isso tem acontecido: no mundo da Orientação, das Corridas de Aventura, no Triatlo… Este último, sendo novo para mim (em termos competitivos, pois já tinha tido contacto com a modalidade nos "bastidores"), ainda registo com maior satisfação a afabilidade dos atletas – colegas de equipa ou não, dos organizadores, até dos familiares dos atletas! É espantoso, um meio muito saudável e muito despretensioso, ao contrário do que as pessoas em geral possam pensar. Ainda não assisti a nenhum tipo de vedetismo, e é de salientar que têm lá estado muitas supostas "vedetas", que têm sido iguais a todos nós… Só que muito mais rápidos!!! O mundo do futebol devia pôr os olhos nesta e noutras modalidades…
 
É digno de se ver e de se sentir, participando, de preferência!
 
Fiquem bem.

Fim de semana de CANOAGEM no ALQUEVA

 
O fim-de-semana passado foi preenchido com cerca de 50 kms de canoagem na albufeira do Alqueva, repartidos pelos 2 dias, em plena autonomia. Quer isto dizer que parámos as viaturas na pequena povoação de Rosário-Alandroal, embarcámos nos kayaks, e não fosse a dada altura termos deparado com uma praia fluvial paradisíaca do lado espanhol, e termo-nos cruzado com algumas embarcações que por ali navegam, e não teríamos visto vivalma e nenhum contacto com a pseudo-civilização durante todo o fim de semana! Nem uma aldeia se via ao longe!
 
Por ali normalmente só se vêem patos, cágados, muitas aves de rapina, cegonhas, garças, alguns corvos, vacas, cabras, ovelhas e… porcos pretos com fartura! Estes na margem espanhola abundam, e parecem gostar muito de andar a chafurdar na água! É impressionante como aqueles animais, que parecem tão trôpegos, se mexem tão bem para subir e descer apressadamente os declives acidentados à beira de água, principalmente quando detectavam a presença humana!
 
A água da barragem parecia sopa, de tão quente! Aportámos numa ilhota para almoçar, tratando-se de uma travessia em autonomia tínhamos levado tudo para a nossa sobrevivência naqueles 2 dias: comida, água, tenda..
 
Foi depois do almoço que tivemos a "visão" do oásis da praia espanhola, e do bar que lá havia, pelo que chegámos à praia não por terra, como é normal, mas pela água, ficando os banhistas muito espantados com a nossa chegada! Fomos comer o geladinho da praxe, pois claro!
 
Voltámos para os kayaks e marcámos o "waypoint" daquele sítio, pois podia ser q quiséssemos voltar… Andámos o resto da tarde a explorar braços da albufeira e tirámos logo um azimute para um local muito aprazível onde montámos acampamento! Não sem antes darmos uns bons mergulhos naquela água morna!
 
Após a janta, e tendo previsto a noite de luar que se avizinhava, ainda fizemos um troço nocturno, e era fantástico apagar os frontais e ficar só com o luar a reflectir na água, naquele silêncio!
 
De volta ao acampamento, acendemos uma fogueira para… assar chouriço!!! Que bem que se está no campo!
 
No dia seguinte voltámos a explorar outros braços, já no caminho de regresso. Passagem obrigatória pelo Oásis para mais um geladinho e toca a pagaiar forte porque o vento tinha-se levantado e íamos levar "tareia" uma boa parte do caminho. Assim foi, com algumas abertas, mas o vento fez-se sentir com alguma intensidade.
 
Fim-de-semana como estes são altamente redentores e reparadores da calma que se precisa para enfrentar a vida diária. Benditos kayaks! E obrigada ao R. pelo convite e aos restantes pela companhia!

OFF-TOPIC: Os maravilhosos anos 80!

Sim, vou falar de algo que não tem, aparentemente, nada a ver com os temas de que habitualmente falo… Apetece-me escrever algo sobre os saudosos e fascinantes anos 80!

 

Digo saudosos e fascinantes porque, por um lado, sinto alguma saudade daqueles anos em que tudo era mais simples… Eu era adolescente nos anos 80, com todas as grandes (na realidade eram pequenas) questões e dilemas associados à adolescência! Mas nessa altura era tudo tão simples: não havia telemóveis, nem 50 canais de televisão, nem computadores tal como os concebemos hoje (lembro-me dos famosos ZX Spectrum, mas nunca tive nenhum…), nem Messengers, Skypes, SMS, MMS, GPRS, Internet, blogs… enfim, tanta coisa!

 

Havia, isso sim, contacto pessoal, na escola, na rua, na casa dos vizinhos (e já nem estou a falar da infância passada a jogar à bola, como verdadeira Maria rapaz que sempre fui, e a espetar pregos nos pés em obras abandonadas ou embargadas – chamávamo-las de “prédio fantasma”), nos trabalhos de grupo (coisa em que quase nunca pude participar…), etc., etc., etc.

 

Falando em canais de televisão, lembro-me da embrionária espécie de TV por satélite que foi a breve aparição da “Europa TV” (sediada na Holanda), que transmitia meia dúzia de horas por dia na RTP2, essencialmente programas de música, que eram a Meca de qualquer adolescente, pois passavam os chamados videoclips que faziam as nossas delícias! Poder ver todos aqueles artistas famosos e esbeltos, em clips de vídeo que começavam a apresentar alguma produção digna desse nome, os cenários já bastante bem escolhidos… Lembro-me do apresentador, que era o Adam Curry! (Hello, alguém se lembra de alguma coisa disto tudo que estou para aqui a contar??) Tudo aquilo nos fazia sonhar! Tudo aquilo ME fazia sonhar! Até os anúncios da Martini, sempre filmados em cenários paradisíacos, me faziam sonhar!

 

Fazia-me sonhar que gostava de ser assim… o “assim” não era ser famosa, nem cantora ou artista, nem nada que se parecesse! A minha timidez natural (agravada pela idiota da adolescência) não era condizente com sonhos desses. Os sonhos eram de ser “independente” como aquela gente toda, que parecia estar sempre no seu melhor, sempre em alta, sempre felizes, sempre apresentáveis, com actividades sempre fora do vulgar, enfim, eram para mim modelos a seguir! Eu achava que estava condenada e nunca iria chegar perto sequer de ter uma vida minimamente interessante e ter hipótese de fazer nem uma ínfima parte daquilo que eu achava que aquela gente tão interessante fazia.

 

Pois bem, volvidos todos estes anos, concluo que bastou ser decidida e corajosa a determinada altura, e suficientemente trabalhadora em altura anterior, para poder hoje dizer que dei “o salto” e reconhecer que concretizei todos esses sonhos! Acrescidos de outros.

 

Todas as coisas que eu admirava e gostava um dia de poder fazer mas achava que seria impossível, faço-as hoje corriqueiramente, fazem parte do meu estilo de vida. A vida que EU escolhi!

 

Tudo isto para dizer, a quem me esteja a ler, que IMPOSSIBLE IS NOTHING! Volto assim a um post anterior em que falava deste meu lema…

 

Ser algo arrojado e não ter medo das consequências, acompanhado por uma dose elevada de sacrifícios e de coragem, leva-nos onde queremos ir, basta QUERER, e QUERER é PODER!

 

Talvez agora já percebam porque utilizei a palavra “aparentemente” no 1º parágrafo: na verdade, isto tem tudo a ver com as actividades em que me meto! E este tema foi despoletado por uns vídeos que encontrei acidentalmente no YouTube – outra coisa que não existia nos anos 80! Abaixo reproduzo 2 videos de 2 séries de TV, que fizeram parte do meu imaginário e da de muitos adolescentes, pelo menos em relação à 1ª… Quanto à 2ª, sendo ela falada em Francês, imagino que muita gente não se lembre e nem tenha dado atenção nenhuma na altura… Mas ambas me fizeram sonhar alto, imaginar outros horizontes, querer conhecer outras realidades, imaginar um vida muito diferente da que me parecia atribuída… Cá está; desfrutem e tentem lembrar-se!

 
 

Via de la Plata 2009 – VIDEOS

 
Reproduzo aqui mais 2 videos, além daquele que foi adicionado no post anterior – mais abaixo – sobre este Caminho de Santiago, que tem tanto de longo como de fascinante! ENJOY!